quinta-feira, 20 de dezembro de 2012

The Aristocrats - Boing, We'll Do It Live! (2012)



The band was formed after a wildly enthusiastic response to a concert performance at The Anaheim Bass Bash during the Winter NAMM show in January. The trio had just one rehearsal before the concert but still performed well and amazed the audience as well as themselves. Guitarist Guthrie Govan stated “The chemistry was so great, that when we came offstage we all said to each other, ‘This is working. We should record this.’” The band would later get together and meet in Chicago to record their debut album, which took just under two weeks. The music album reflected their respective influences, ranging from ’70s fusion (Return To Forever), to progressive (King Crimson), to instrumental rock (Steve Vai, Joe Satriani), to groove metal (Rage Against The Machine) and to just plain absurdity (Frank Zappa). Bassist Bryan Beller stated, “We ended up using our different influences to write for each other. I wrote "Sweaty Knockers" specifically for Guthrie to have fun with, while Guthrie wrote “I Want A Parrot” with bass leads in mind. As for Marco’s material, we’re just lucky to be able to keep up with it!”.[3]

Tracklist:
CD 1:
1. Bad Asteroid (Live) (7:13)
2. Greasy Wheel (Live) (7:51)
3. Boing!… I’m in the Back (Live) (8:07)
4. Flatlands (Live) (8:30)
5. I Want a Parrot (Live) (9:59)
6. Blues Fuckers (Live) (15:30)
7. Waves (Live) (5:50)

CD 2:
1. Get It Like That (Live) (11:25)
2. Furtive Jack (Live) (7:47)
3. Train Trax (Live) (4:48)
4. Cave Dweller (Live) (8:10)
5. Mr. Kempinski (Live) (7:15)
6. Dance of the Aristocrats (Live) (5:54)
7. A Very Metal Introduction (Live) (1:59)
8. Sweaty Knockers (Live) (11:08)


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SENHA: 2012

Whitesnake - Forever More (2011)




O Whitesnake dispensa comentários ou apresentações. Liderada pelo lendário David Coverdale, representa o que de melhor o Rock Inglês produziu até hoje.

A banda atingiu seu ápice em 1987, por ocasião do lançamento do álbum homônimo. Repleto de hits e com um a formação estelar, David levou a banda ao topo.

Mesmo contanto com músicos renomados, a banda sentiu o peso, bem como a falta de qualidade do direcionamento musical, da malfada década de 90. Lançou apenas um álbum, “Restless Heart”, muito bom por sinal. David lançou, ainda, um álbum solo em 2000.

Após uma parada de dez anos, a banda retornou com um ao vivo: “Live: In the Shadows of the Blues”. Com boa repercução, o lançamento de “Good to the Bad” de 2008, foi mera conseqüência.

Embora “Good to the Bad” tenha bons momentos e músicas certeiras, o Whitesnake precisa de um álbum do tipo “arrasa-quarteirão”. E ele veio, sob a alcunha de “Forevermore”, e melhor, neste ano de 2011.

Neste álbum, David Coverdale explorou muito bem a vertente setentista do Whitesnake, a qual delineou os primeiros trabalhos da banda. Conseguiu, ainda, manter a base da banda, do último álbum, a qual era composta pelo próprio Coverdale, somado-se os guitarristas Doug Aldrich e Reb Beach. Completam a banda o baixista Michael Devin e o baterista Brian Tichy. Participações especiais do tecladista e Timothy Drury e Jasper Coverdale, filho de David, fazendo segunda voz em algumas músicas.

Perfeitamente entrosados e, fazendo a intersecção perfeita entre o que a banda fez de melhor na década de 70 e na década de 80, o Whitesnake teve a virtude de conceber, “Forevermore”, não tão anos setenta como “Restless Heart” e nem tão anos oitenta como “Good to the Bad”.
A prova viva é a faixa de abertura, “Steal Your Heart Away”, que poderia estar perfeitamente em “Lovehunter” de 1978, bem como em “Slip of the Tong” de 1989.

Forevermore é o álbum certo na hora certa, pois consegue ser fácil de ouvir e emocionante ao mesmo tempo. Com certeza vai agradar os fãs de todas as fases da banda. David Coverdale e Doug Aldrich, compositores de todas as músicas, estão afiadíssimos.

Todas as músicas são excelentes. Destacam-se, por opinião pessoal deste redator (pois todas poderiam se destacar), Love Will Set You Free, Tell Me Hall, Need You (Shine a Light), a lindíssima balada “One of These Day” e a faixa título.

Quem puder comprar a edição limitada, com três músicas bônus mais o DVD, poder pegar sem medo, pois está bem caprichada, com acabamento e visual irrepreensíveis.

Mais melódico e muito mais bem produzido que seu antecessor, “Forevermore” é sério candidato e franco favorito à melhor álbum do ano.

Luiz Ribeiro (luizribeiro@metalzone.com.br)

Depoimento:
Valter Demberck Jr.
Eu conheci o Whitesnake nos idos de 87, com o estouro comercial do disco homônimo: "Whitesnake" de "1987". Eu tinha meus onze anos, ou estava prestes a completá-los e me lembro que desde então, o Whitesnake passou a figurar entre as minhas bandas preferidas, pois achava e "ainda acho" as linhas vocais de Mr. Coverdale fantásticas! Muita influência de Robert Plant. Fui pesquisar sobre os álbuns anteriores e gostei muito do que descobri, inclusive que Jon Lord gravou os teclados de vários desses álbuns. Os trabalhos posteriores ao "1987" não me empolgaram tanto quanto os mais antigos, embora sempre com qualidade incontestável.
Hoje, no meio de uma das prateleiras de um supermercado da cidade, avistei o cd que o Whitesnake lançou ano passado, esse "Forevermore" e resolvi levá-lo para minha grata surpresa. Confesso que há tempos um disco não me empolgava tanto! Que aula de Hard Rock! Ao colocar o cd no som do carro, não consegui parar de ouvir até que o mesmo terminasse por completo. David Coverdale está fantástico! Destaque também para o duo de guitarristas, Doug Aldrich e Reb Beach, muito feeling! Eu viajei no tempo! Me lembrei da minha empolgação em descobrir os clássicos do rock, dos sonhos em ter uma banda que fizesse sucesso, das várias entrevistas que eu iria dar as revistas especializadas e alguns outros sentimentos nostálgicos da época de adolescente.
Eu realmente iria ficar muito chateado se o mundo acabasse e eu não tivesse ouvido esse disco. Nota para o álbum? "10" com certeza! VIDA LONGA AO ROCK N' ROLL!!!!



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quarta-feira, 28 de novembro de 2012

Rainbow - Long Live Rock 'n' Roll [Deluxe Remastered Edition] (2012)

Rainbow - Long Live Rock 'n' Roll [Deluxe Remastered Edition] (2012) 
Hard Rock, Heavy Metal | Rainbow
320 kbps | MP3 | unmixed | 2012 | 01:50:14 | 271 Mb
Uploaded: letitbit.net, unibytes.com, turbobit.net

Tracklist:

CD1:
1. Long Live Rock ‘n’ Roll
2. Lady Of The Lake
3. LA Connection
4. Gates Of Babylon
5. Kill The King
6. The Shed (subtle)
7. Sensitive To Light
8. Rainbow Eyes

CD2:
01. Lady Of The Lake
02. Sensitive To Light
03. LA Connection
04. Kill The King
05. The Shed (subtle)
06. Long Live Rock N Roll
07. Kill The King
Shepperton Studios Rehersals
08. Long Live Rock ‘n’ Roll (Take 1) (Rehearsal 1977)
09. Rainbow Eyes (Rehearsal 1977)
Don Kirschner Show with Alt Vocals
10. Long Live Rock ‘n’ Roll (Live 1978)
11. Kill The King (Live 1978)
12. Long Live Rock ‘n’ Roll (Live 1978)
13. LA Connection (Outtake Version) (Live 1978)
14. Gates Of Babylon (Outtake Version) (Live 1978) 

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quarta-feira, 21 de novembro de 2012

TRANSATLANTIC




Morse e Portnoy primeiramente desejavam incluir o guitarrista Jim Matheos (da banda Fates Warning) na formação da banda, mas como sua presença não foi possível, o guitarrista evocalista Roine Stolt (da banda The Flower Kings) foi convidado. A formação se tornou completa com a adição do baixista e veterano do rock progressivo Pete Trewavas, da banda Marillion.
Seu primeiro álbum SMPT:e (2000) recebeu críticas positivas, apesar de ser considerada por muitos um derivado de estilos progressivos contemporâneos. Uma turnê pelos Estados Unidos levou a um álbum duplo ao vivo,Transatlantic Live in America, e um videoclipe com o mesmo nome. A banda mostrou sua versatilidade neste álbum, apresentando covers de Beatles (Strawberry Fields Forever) e Genesis (um medley do épico Watcher of the Skiese Firth of Fifth.)
Apesar de SMPT:e conter a obra de trinta e um minutos All of the Above, o segundo álbum de estúdio, Bridge Across Forever (2001), mostrou a banda se voltando mais para o lado do rock progressivo. Ele contém somente quatro faixas.
A banda havia terminado após a saída de Morse para lançar uma carreira solo como cantor cristão, o que também incluiu sua saída do Spock's Beard. Um DVD ao vivo da última turnê da banda foi lançado em 2003, apresentando vários épicos do rock progressivo, além de um medley do álbum Abbey Road, dos Beatles. A versão estendida ainda conta com um cover de Shine on You Crazy Diamond, do Pink Floyd. Como bônus para os fãs de metal progressivo, Daniel Gildenlöw, da banda Pain of Salvation, participa do DVD como quinto membro da banda, tocando teclado, guitarra, percussão e vocal.
Em abril de 2009 o serviço de newsletter da banda Dream Theater anunciava o retorno da banda Transatlantic. O site oficial da banda também divulgava seu retorno com o lançamento de um novo álbum chamado The Whirlwind que foi lançado no final de 2009.

Discografia

SMPT:e (2000)
Live in America (2001)
Bridge Across Forever Limited Edition (2001)
Bridge Across Forever (2001)
Neal Morse - The Transatlantic Demos (2003)
SMPTe - The Roine Stolt Mixes (2003)
Live in Europe (2003)
The Whirlwind (2009)






quarta-feira, 7 de novembro de 2012

Novo álbum de Dave Matthews Band estréia em primeiro nos EUA


'Away From the World' é o novo disco da banda americana.
É a sexta vez consecutiva que o grupo estreia em 1º com CD de estúdio.



Três anos depois do estranho e emocional “Big Whiskey & The Groogrux King” (homenagem ao saxofonista LeRoi Moore, que morreu), Dave Matthews volta com “Away From The World”.
Matthews continua com letras profundas e românticas com alguns arranjos bem complexos e virtuosos, outros mais simples.

"Away From the World", novo álbum da banda de rock norte-americana Dave Matthews Band, estreou em primeiro lugar na lista Billboard 200 na quarta-feira - é a sexta vez consecutiva que a banda emplaca a liderança ao lançar um trabalho de estúdio.

Pela segunda vez na história, os seis álbuns mais vendidos da semana são lançamentos, segundo a "Billboard". "Tornado", do quarteto country Little Big Town, ficou em segundo lugar, com 113 mil cópias. Em seguida vêm "Tempest", de Bob Dylan (110 mil cópias vendidas), "The Carpenter", dos Avett Brothers (98 mil), "Coexist", da banda de rock The xx, e "La Futura" do ZZ Top, na sua melhor estréia em décadas de carreira.


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terça-feira, 6 de novembro de 2012

Paul Gilbert - VIBRATO



Aventurando-se para ampliar seus sempre em expansão horizontes musicais ainda mais, Paul Gilbert em seu novo álbum solo está pisando fora de sua zona de conforto estilística com diligência marca. Além de surpreender seus fãs com desvios inesperados de jazz de fusão, Zappa-esque experiências do rock mistura, jazz, e uma vibe de um musical da Broadway, ele também faz tentativas sérias para revelar verdadeira emoção por trás das costeletas formidáveis.

Quando se trata de material solo, Gilbert sempre foi consciente de sua tendência a se deixar levar pelo lado técnico de sua arte, às vezes esquecendo composição eo conteúdo emocional do que ele joga. Assuntos composições foram abordados e parcialmente resolvido em 2009 a sua colaboração com o cantor Freddie Nelson intitulado "Estados Unidos", onde ele veio com algumas melodias marcantes e louvável - embora um pouco estereotipada - composições. A questão de amarrar o interior eo exterior com precisão transmitir realidades internas está sendo tratado sobre o registro na mão.

Gênero: rock, jazz, fusion jazz, experimental, blues, prog-rock

Line-up:
Paul Gilbert - guitarra, vocal
Emi Gilbert - teclados, vocais
Kelly Lemieux - Baixo
Thomas Lang - bateria

Track Listing:
1. Enemies (in Jail) (Gilbert)
2. Rain and Thunder and Lightning (Gilbert)
3. Vibrato (Gilbert)
4. Put It on the Char (Gilbert)
5. Bivalve Blues (Gilbert)
6. Blue Rondo a la Turk (Brubeck)
7. Atmosphere on the Moon (Gilbert)
8. The Pronghorn (Gilbert)
9. Roundabout (Anderson / Howe)
10. I Want to be Loved (Dixon)
11. Go Down (Young, Young, Scott)
Tracks 1-8 recorded in North Hollywood, May and June 2012
Tracks 9-11 recorded live on the 2012 “Fuzz Universe” European tour.

The live band is:
Paul Gilbert – guitar, vocals
Tony Spinner – guitar, vocals
Craig Martini – bass, vocals
Jeff Bowders – drums

Label: Mascot
Online: www.paulgilbert.com

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quinta-feira, 25 de outubro de 2012

Sister Sin - Now and Forever



Para quem não conhece a banda, o que acredito seja a maioria, é formada pela vocalista Liv, acompanhada de Jimmy (guitarra), Benton (baixo) e Dave (bateria), e pratica um hard/heavy tradicional bem empolgante e clássico, com influências claras de bandas como ACCEPT, JUDAS PRIEST, WARLOCK e RATT, com muita competência e conhecimento de causa.
Como se percebe já na faixa título, a banda tem um potencial enorme, investindo em riffs pesados e grudentos, e tendo na vocalista Liv o grande diferencial, com vozes agressivas e cativantes, e que dão um toque todo especial ao som do quarteto. Além desta, destacam-se ainda as excelentes e grudentas “Outrage”, “24/7” (um excelente cover da banda U.D.O), “I Stand Alone” e “The Devil I Known”, todas diretas e vibrantes, e que contam com arranjos vocais excelentes.

A produção do disco também é muito boa, e muito melhor que a dos discos anteriores da banda.

Portanto, meu amigo, se você ainda não conhece o SISTER SIN, não perca mais tempo. Embora o disco não tenha sido lançado no Brasil, há uma versão argentina com um preço bem camarada que pode ser encontrada em lojas especializadas no estilo, e vale a pena a aquisição.


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2 Cellos (Sulic & Hauser)




O sucesso meteórico de 2CELLOS começou quando ex-rivais de violoncelo Luka Sulic e Stjepan Hauser decidiram unir forças. Em janeiro de 2011, enviaram uma versão original em violoncelo  de "Smooth Criminal", de Michael Jackson para o YouTube. Dentro de poucas semanas, o vídeo se tornou uma sensação enorme viral, recebendo mais de 5 milhões de visualizações. Isso levou a um contrato com a gravadora SONY MasterWorks e um convite para se juntar Elton John em sua turnê mundial.
O sucesso Luka e Stjepan se estende muito além do YouTube e sua base de fãs continua a crescer em todo o mundo.
A dupla apareceu na TV Nacional em programas como The Tonight Show com Jay Leno, The Ellen DeGeneres Show (duas vezes em 6 meses!) E total Stefan Raab de TV na Alemanha.
Em 31 de janeiro eles apareceram como os convidados especiais musicais da TV Fox, série de sucesso GLEE onde eles realizaram "Smooth Criminal" no episódio tributo a Michael Jackson.
Luka Sulic e Stjepan Hauser tocavam  violoncelo desde a infância. Eles completaram os seus estudos em 2011 - Luka formado pela Royal Academy of Music aclamado em Londres, e Stjepan no Royal Northern College of Music, em Manchester.
Luka tem realizado em todo o mundo em locais de renome, incluindo Wigmore Hall de Londres, o Concertgebouw de Amesterdão, Musikverein de Viena, e Konzerthaus. Ele ganhou uma série de prêmios internacionais, incluindo o primeiro prémio e especial no Internacional Lutoslawski VII Competição Cello (Varsóvia, 2009).
Stjepan também se apresentou em todo o mundo, na maioria dos países europeus, África do Sul, Nova Zelândia, Ásia e EUA, com estréia no Wigmore Hall de Londres, Royal Albert Hall, South Bank Centre e Concertgebouw de Amsterdã. Ele foi o último aluno de Mstislav Rostropovich. Em sua curta carreira, Stjepan já recebeu o primeiro prémio em 21 competições nacionais e internacionais, e ele já se apresentou duas vezes para o príncipe Charles no Palácio de Buckingham e St. James.
A dupla está atualmente em uma turnê mundial com Elton John e executar em datas individuais também.Eles estão se preparando para gravar seu segundo álbum, que sairá no Outono de 2012.

Alguns videos do Youtube:




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sábado, 20 de outubro de 2012

Omertá - Adrenaline Mob



A principal qualidade do Adrenaline Mob é soar como uma banda. O grupo que une o vocalista Russell Allen (Symphony X), o guitarrista Mike Orlando (Sonic Stomp e carreira solo) e o baterista Mike Portnoy (ex-Dream Theater) tem um som que não lembra, em nenhum momento, as bandas pelas quais os seus integrantes ficaram conhecidos. John Moyer, baixista do Disturbed, completa o time – o guitarrista Rich Ward (Stuck Mojo, Fozzy) e o baixista Paul DiLeo gravaram apenas o primeiro EP. O Adrenaline Mob executa um heavy metal pesado, moderno e com muito groove, que equilibra a tradição da música pesada produzida nos Estados Unidos com melodias e refrões que se aproximam do hard rock.

Mixado por Jay Ruston (Anthrax, Steel Panther), "Omertá" é um disco sólido e cativante, repleto de grandes canções. Quatro delas já são conhecidas dos fãs, pois estavam no EP lançado na metade de 2011 - “Psychosane”, “Believe Me”, “Hit the Wall” e “Down the Floor”. A influência de Black Label Society, perceptível em faixas como “Undaunted” e “Indifferent”, divide espaço com algumas surpresas. A balada “All on the Line” transita por uma sonoridade que une características do Lynyrd Skynyrd a um tempero que vem direto do hard californiano do final da década de oitenta.
A releitura de “Come Undone”, gravada originalmente pelo Duran Duran no álbum homônimo lançado em 1993, é um dos grandes destaques de "Omertá". Os vocais agudos de Lizzy Hale, do Halestorm, dividem os holofotes com a voz de Allen, dando uma nova cara para a música, que ficou excelente.

Em um time formado por feras como Russell Allen, Mike Orlando e Mike Portnoy, a qualidade só poderia ser nivelada por cima. Russell canta maravihosamente bem, seguindo o que tem feito nos últimos anos, usando a sua voz de forma mais agressiva. Portnoy surge menos mirabolante e acrobático do que no Dream Theater, criando grooves e batidas que mostram outra faceta de seu inegável talento. Mas, na minha opinião, o principal destaque do disco é o fenomenal Mike Orlando. Sua guitarra é de cair o queixo, com bases pesadíssimas e solos que farão a alegria de qualquer fã do instrumento, com direito até a um talkbox em “Psychosane”.

"Omertá" é um grande disco. Não irá mudar os rumos do heavy metal, mas esse nunca foi o seu objetivo. O álbum é divertido, potente e cheio de energia, e proporciona diversos momentos de satisfação para o ouvinte.

Ouça, porque vale a pena!

TRACKLIST:
Undaunted
Psychosane
Indifferent
All on the Line
Hit the Wall
Feelin' Me
Come Undone
Believe Me
Down to the Floor
Angel Sky
Freight Train







quarta-feira, 3 de outubro de 2012

Flying Colors




Tudo começou com uma idéia simples: músicos virtuosos e um cantor pop se juntar para fazer nova moda-música à moda antiga. A banda seguiu, evoluindo para Flying Colors: Mike Portnoy (bateria, vocais), Dave LaRue (baixo), Neal Morse (teclados, vocais), Casey McPherson (vocal) e Steve Morse (guitarra). Juntos, eles criam uma fusão única de artesanato vintage, música contemporânea e bolhas performances ao vivo.


Em 2008, o produtor executivo Bill Evans começou a colocar a idéia em ação. É necessário exatamente os músicos certos. Além de estar sendo jogadores extraordinários e escritores, que seria necessário para ser um ajuste natural criativo, complementando habilidades de cada um. Não haveria química comprovada de colaborações passadas, mas a nova banda seria diferente de tudo o que tinha feito. O mundo não precisa de outro supergrupo.

Evans elaborou uma pequena lista de quatro músicos e um produtor: Mike Portnoy, Dave LaRue, Steve Morse, Neal Morse e (produtor) Peter Collins. Cada artista era conhecido no seu domínio. Desenho de rock, metal, prog, jazz-fusion, eles tinham o potencial para fundir seus estilos diversos em um som único e coeso.

Peter Collins tinha dirigido o cruzamento da música pop virtuoso e melhor do que ninguém. Collins presidiu evolução do Rush de forma longa banda prog de curto canção banda de rock, produzindo quatro álbuns de estúdio com eles e ajudar cerca de 30 milhões em vendas, sem sacrificar sua integridade artística. Seu currículo de mais de 100 álbuns também incluiu straight-forward atos populares como Bon Jovi, Jewel e Elton John.

Intrigado com a idéia, e a perspectiva de trabalhar em conjunto, os cinco assinou contrato para formar uma banda e gravar um primeiro álbum.

Passou-se então para encontrar uma cantora pop que poderia canalizar sua musicalidade combinada em uma forma tradicional acessível. Evans e Collins revisou mais de 100 melhores cantores contemporâneos, mas ninguém sentiu exatamente certo. Enquanto o desespero começou a se estabelecer, Mike Portnoy mencionou casualmente, "Eu conheço um cara." Esse cara acabou por ser uma nova contratação para o cantor / compositor Casey McPherson.


Uma conversa inicial entre Evans e Casey revelou que o cantor tinha sempre quis fazer um projeto como Flying Colors. Ele rapidamente se tornou óbvio que Casey não era o ideal para a banda, ele era perfeito.

Com a banda completa e um produtor a bordo, tudo o que restava era escrever, gravar e mixar um álbum épico. Quase um ano de tentativas de agendamento cedeu apenas nove dias de janeiro de 2011 para fazê-lo.

Eles decidiram que a melhor maneira de combinar a sua escrita diversificada era compor tudo durante essa curta, mas intensa sessão e para gravar uma versão rudimentar de todo o álbum com faixas de bateria final. Combinado com não ter escrito junto, ou mesmo saber Casey e Collins, parecia que uma empresa insano. Foi.






quarta-feira, 19 de setembro de 2012

Disco Clássico do Metal: Exodus - Bonded by Blood



Exodus nasceu nos EUA e foi junto com Metallica, Anthrax e Slayer, a iniciar o movimento que originaria o que chamamos de Thrash Metal. Era a banda que o guitarrista Kirk Hammet tocava antes de substituir Dave Mustaine no Metallica.

Exodus influenciou bandas como Testament, The Haunted e outras que utilizam bastante a técnica no Thrash. E esta resenha é justamente do primeiro álbum do Exodus, talvez o melhor, o Bonded By Blood, que saiu só depois de 4 anos de existência da banda, onde projetou o Exodus para o sucesso mundial, chegando a ser conhecido mais que o próprio Metallica na época. Letras típicas do thrash tradicional, com críticas aos podres da raça humana, a sociedade, etc... A formação do álbum é de Gary Holt e Rick Hunolt nas guitarras, Paul Baloff no vocal, Tom Hunting na bateria e Rob McKillop no baixo.

Bonded By Blood, clássico do Thrash até o final, isso é que é metal oitentista! Uma das melhores composições do Exodus de todas! Começa o álbum com um riff de tirar o fôlego. Um pequeno detalhe é um barulho que parece que te leva junto com a música nas mudanças de tempo. A banda inteira gritando “Bonded By Blood” no final do refrão de faz gritar junto. Simplesmente perfeita a composição, além de ter um solo rápido e avassalador, mostrando o grande entrosamento das duas guitarras na hora do solo. Merece bater cabeça sem parar, até doer o pescoço, faixa totalmente viciante.


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terça-feira, 4 de setembro de 2012

ZZ Top - La Futura (2012)



O ZZ Top lança seu novo álbum de estúdio, o primeiro em nove anos, o sucessor de “Mescalero” se chama “La Futura”.

Este é o décimo quinto álbum da banda, composto por 10 faixas gravadas em estúdios de Houston e Malibu, nos Estados Unidos. O trabalho foi produzido por Rick Rubin e Billy Gibbons.

"Nós pensamos muito sobre o esse álbum deveria ser. Queríamos relembrar as direções das nossas coisas mais antigas, mas sem dar as costas à tecnologia atual. O resultado dessa fusão de passado e presente é, claro, 'La Futura'", disse Gibbons ao site NME.

Genre: Souhern/Blues/Hard Rock
Origin: USA
Length: 39:18 min
106 mb | mp3, CBR 256 kbps


Tracklist:
01. I Gotsta Get Paid (4:03)
02. Chartreuse (2:57)
03. Consumption (3:47)
04. Over You (4:29)
05. Heartache in Blue (4:09)
06. I Don t Wanna Lose, Lose, You (4:21)
07. Flyin High (4:17)
08. It s Too Easy MaA?A±ana (4:47)
09. Big Shiny Nine (3:10)
10. Have a Little Mercy (3:18)

Download:


segunda-feira, 27 de agosto de 2012

Iron Maiden Tribute: Numbers From The Beast [2000]




O bem relacionado (apesar de Graham Bonnet pensar o contrário) Bob Kulick homenageou diversos artistas com seus tributos. Lógico que a Donzela de Ferro não poderia ficar de fora. Eis que surge Numbers From The Beast, álbum que reúne uma verdadeira constelação interpretando clássicos de Steve Harris e seus comparsas. Chega a ser curioso conferir alguns artistas totalmetificados com a cena Hard Rock norte-americana mandando ver em sons de uma das bandas mais identificados com o Reino Unido e seu estilo metálico. Por isso, fica evidente a diferença na pegada de algumas faixas, o que não significa que tenha ficado ruim, muito pelo contrário.

Obviamente, como em todos exemplares do gênero, existem as boas e más execuções. No primeiro time, temos a abertura com “Run To The Hills”, com Michael Schenker impondo sua característica como guitarrista, enquanto seu eterno parceiro Robin McAuley faz o serviço do seu jeito. Paul Di’Anno não perde chance de cantar Iron Maiden nem que seja para fazer uma auto-homenagem. Mas a verdade é que poucos conseguiriam interpretar “Wrathchild” com a mesma garra, mesmo apótanto tempo. Apoiado por uma banda de feras como Alex Skolnick, ao invés dos pistoleiros de aluguel de sempre, a coisa fica ainda melhor.

Por mais estranho que seja ouvir Lemmy cantando “The Trooper”, não dá para negar que chega a soar divertido. Mas quem se destaca de verdade nos vocais é o sempre eficiente Jeff Scott Soto, alcançando aquelas notas impossíveis e fazendo a gente deixar um pouco de lado a bizarrice que Nuno Bettencourt tenta fazer com os fraseados originais. Passível de uma surra de cinta em praça pública, para dizer o mínimo. Outro que honra a interpretação é Joe Lynn Turner em “2 Minutes To Midnight”, com um inspirado Richie Kotzen mostrando que passa por qualquer vertente do Rock com a categoria que já é conhecida.

Outro que se sai muito bem é Doug Aldrich, respeitando as partes de guitarra de “Flight Of Icarus” como elas merecem. Aliás, temos nessa faixa praticamente um Dio, sendo que até o vocalista faz parte da “família”, assumindo atualmente o microfone no Dio Disciples. Um destaque curioso vai para a faixa que encerra o play, “The Wickerman”, mostrando que o pessoal não se limitou apenas à fase de maior reconhecimento da banda. Um prato cheio para quem gosta desse tipo de trabalho, mesmo com as variações que já são de praxe. Mas uma bela homenagem a uma das maiores bandas de todos os tempos.


quinta-feira, 23 de agosto de 2012

Marillion - 2012 - Theatre of Living Arts



Marillion - 2012-06-15 - Philadelphia, PA
Theatre of Living Arts

Steve Hogarth: vocals, keyboards
Steve Rothery: guitar
Pete Trewavas: bass
Mark Kelly: keyboards
Ian Mosely: drums




01 Asylum Satellite #1
02 Cover My Eyes
03 Slainte Mhath
04 Fantastic Place
05 Somewhere Else
06 Power
07 Afraid of Sunlight
08 Man Of A Thousand Faces
09 Lucky Man
10 This Strange Engine
11 Neverland


Encore 1:

12 The Invisible Man

Encore 2:

13 Easter
14 Three Minute Boy

Total length: 2:12:33

DOWNLOAD LINKS:
Link 1
Link 2

segunda-feira, 20 de agosto de 2012

Lynyrd Skynyrd




Biografia:
O núcleo do que mais tarde viria a ser o Lynyrd Skynyrd foi formado em meados de 1964, na cidade portuária de Jacksonville, sul da Flórida. Ronnie Van Zant e um vizinho, Robert Burns (Bob), que tinha uma bateria, se juntaram ao colega de escola Gary Rossington que por sua vez, sugeriu para a então banda em formação o baixista Larry Junstrom.
Faltava a banda de garotos um amplificador. Por ter o aparelho e também tocar guitarra, além de ser colega de escola dos outros integrantes, Allen Collins (Larkin Allen Collins Jr.), então no The Mods, juntou-se à banda iniciante.


Começaram a tocar influenciados por country, rock britânico (Rolling Stones, Yardbirds, Cream) e blues. Os barulhentos ensaios aconteciam na garagem da casa de Burns. "Nos plugávamos nossas guitarras no canal limpo, Ronnie colocava seu microfone no normal - eram os três em um amplificador - e Bob tocava bateria. Foi assim que começamos", disse Gary.

Neste período a banda mudou várias vezes de nome: o primeiro foi My Backyard, seguido por Noble Five, Wildcats, Sons of Satan, Conqueror Worm, Pretty Ones, e One Percent.


O nome Lynyrd Skynyrd surgiria um pouco mais tarde. Durante um show, Ronnie Van Zant anunciou a banda com o nome de Leonard Skinner - o famigerado instrutor de ginástica dos então estudantes Ronnie, Gary e Bob na Robert Lee High School em Jacksonville, que vivia dando suspensão aos garotos por causa dos seus longos cabelos, comportamento que se chocava contra as rígidas normas da escola.



“God & Guns” quebra uma pausa de seis anos desde “Vicious Circle” (2003). Entre os dois trabalhos, dois integrantes morreram: Billy Powell, tecladista e um dos fundadores da banda e o baixista de longa data Ean Evans. A formação atual conta com o vocalista Johnny Van Zant, os guitarristas Rickey Medlocke e Gary Rossington (membro-fundador) e o baterista Michael Cartellone.

A convicção sonora da banda como sempre impressiona. O tempo passa, os integrantes mudam, mas a sonoridade sempre circula entre o Rock clássico sulista (Southern Rock), o Blues, o Hard Rock e o Country - que neste álbum parece ter tomado a dianteira.

Continua a impressionar também a competência dos músicos. Que som é esse?! É de arrepiar, uma aula para a garotada!

Destaques para a faixa passional de abertura “Still Unbroken”, “Southern Ways”, “Floyd” e para a faixa que intitula o álbum, “God & Guns”.

“God & Guns” é mais um ótimo álbum na discografia desta histórica e lendária banda que resiste ao tempo e às dificuldades com seu som incomparável.


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